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sábado, 30 de dezembro de 2006

quarta-feira, 27 de dezembro de 2006

O enigma do Capítulo 8


Já comentei por aqui que existem alguns enigmas espalhados pelo romance.

Um deles diz respeito ao oitavo capítulo do livro.

Quem já teve a oportunidade de iniciar a leitura hipertextual do Santos-Dumont Número 8 deve realmente ter ficado meio desconfiado com o Capítulo 8.

O que é efetivamente o Capítulo 8 em um romance sobre superstições a respeito do (suposto?) mau agouro do número 8?

Qual é a sua opinião?

Mas, antes de tentar responder, não se esqueça: a História é uma lemniscata de todos nós!


Imagem: Möbius strip II de Maurits Cornelis Escher (17/06/1898 - 27/03/1972), artista gráfico alemão, baseado na Möbius strip (Tira de Möbius), conceito criado pelo matemático também alemão August Ferdinand Möbius (17/11/1790 - 26/09/1868).


Santos-Dumont Número 8 na Livraria Nobel


O Santos-Dumont Número 8 também chegou à Livraria Nobel!

Fundada em São Paulo no ano de 1943 e Trabalhando com sistemas de franquia desde 1992, a Nobel é hoje a maior rede de livrarias do Brasil com mais de 150 franquias distribuídas pelo mundo.

Para adquirir o Santos-Dumont Número 8 pelo site da Livraria Nobel basta acessar:
http://www.livnobel.com.br/isroot/nobelbr/redireciona.asp?origem=15&oferta=8599187252

Um forte abraço à equipe da Nobel!

segunda-feira, 25 de dezembro de 2006

Feliz Natal e Próspero 2007!


Um ótimo Natal para todos vocês! E um 2007 pleno de paz, amor, saúde e realizações pessoais e profissionais!

A todos vocês que, de uma forma ou de outra, compartilharam (e compartilham) comigo momentos na realização desse projeto, algumas novidades sobre o "Santos-Dumont Número 8".

Depois do lançamento oficial no último16/10 na ABL e sua entrada no acervo da "Casa de Machado de Assis", o SD8, está neste mês de dezembro na livraria carioca Letras & Expressões, na revista ALMANAQUE da Livraria Saraiva (estamos na página 21), no catálogo da FNAC e em praticamente todas as grandes livrarias do país. Ajudem a divulgar! Antecipadamente, o meu muito obrigado!


Foto: Santos Dumont Número 8 é novidade do mês na Saraiva!!!


Pela internet, o SD8 pode ser comprado nos seguintes sites:


A integração com a internet segue forte com um teaser também no Youtube: http://youtube.com/watch?v=_UDvwmAeN4Q

e o clipe de uma música que faz parte do capítulo 77 (uma partitura) do livro: http://youtube.com/watch?v=gxsLCLzVV04

As primeiras páginas também podem ser baixadas da internet aqui: http://www.universodoslivros.com.br/dumont.php


O SD8 avança nessa integração com o bidirecionalidade da internet oferecendo a possibilidade de ser lido de várias maneiras. Duas delas são as mais visíveis: uma seqüencial (para os mais apressados :-) e outra hipertextual (seguindo-se os links). Existem também alguns "enigmas" distribuidos no livro. É bidirecional e lúdico.

O SD8 é também uma grande homenagem a escritores e leitores, já que conta a história de como o estudante de História Francisco Abayomi, ao ler livros, faz com que suas histórias aconteçam novamente.

Grande parte das cenas têm como pano de fundo cartões postais do Rio e principalmente a Biblioteca Nacional: "o lugar onde os tempos se encontram".

Continuem visitando o site: http://santosdumontnumero8.blogspot.com/

Um forte abraço!

sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

Belle Époque e seus personagens...


Todos estes aí em cima estão no Santos-Dumont número 8: como personagens, referências, de todas as formas, em todos os sentidos.

Alguns, como por exemplo Lautrec (1) e Hetzel (5), inspiraram até a capa desse romance. Alguns, de forma até curiosa: Cézanne (6) morreu 1 dia antes do vôo de 23/10/1906, oo seja, era manchete nos jornais no dia em que Santos-Dumont faz o vôo histórico que lhe valeria o Prêmio Archdeacon.

Existem outros que não aparecem nessas fotos (Joaquim Maria Machado de Assis, por exemplo). Que tal dar uma olhada lá nas páginas do SD8? Uma boa leitura e (através dela) uma boa viagem!

1. Henri de Toulouse-Lautrec (24/11/1864 - 9/9/1901) . Pintor francês.

2. Alexandre Gustave Eiffel (15/12/1832 - 27/12/1923). Engenheiro francês.

3. Herbert George Wells (21/9/1866 - 13/8/1946), Escritor inglês.

4. Georges Méliès (8/12/1861 - 21/1/1938), Cineasta francês.

5. Pierre-Jules Hetzel (15/1/1814 - 17/3/1886). Editor francês.

6. Paul Cézanne (19/1/1839 - 22/10/1906). Pintor francês.

7. Marcel-Valentin-Louis-Eugène-Georges Proust (10/7/1871 - 18/11/1922). Escritor francês.

8. Samuel Pierpont Langley (22/8/1834 - 27/2/1906). Inventor americano.

9. Wassily Kandinsky (16/12/1866 - 13/12/1944). Pintor russo.

10. Thomas Alva Edison (11/02/1847 - 18/10/1931). Inventor americano.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2006

Santos-Dumont Número 8 chegando na Letras & Expressões


Recebi a grata notícia de que o Santos-Dumont número 8 já pode ser encontrado também na Livraria Letras & Expressões: A MAIS CARIOCA DAS LIVRARIAS! Vamos ver se para janeiro ou fevereiro nós conseguimos marcar algum evento com os clientes das filiais de Ipanema e do Leblon. Será um grande prazer. Um forte abraço aos amigos da Letras & Expressões!

O Santos-Dumont número 8 poderá ser encontrado nas duas filiais da Letras & Expressões:

Letras & Expressões - LEBLON
Av. Ataulfo de Paiva 1292 Lj.C
Leblon - Rio de Janeiro - RJ
Cep. 22440 031
Tel: (0xx-21)2511-5085 - Fax: (0xx-21)2259-4861
leblon@letraseexpressoes.com.br

Letras & Expressões - IPANEMA
Rua Visconde de Pirajá 276
Ipanema - Rio de Janeiro - RJ
Cep. 22410 000
Tel: (0xx 21)2521-6110 - Fax: (0xx 21)2521-6324
ipanema@letraseexpressoes.com.br



quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

Como "Please, Mister Postman" foi parar no capítulo 2 do SD8



Aqui, a História por trás da história: O capítulo 2 do Santos-Dumont número 8 tem início com uma citação musical. A canção é Please, Mister Postman. Um dos primeiros sucessos dos Beatles (do álbum With the Beatles, o segundo do quarteto de Liverpool).





Porém, o que talvez nem todo mundo saiba é que a canção foi lançada originalmente pelas Marvelettes (no vídeo aí de cima) em 1961, pelo selo Tamla da Motown. Essa gravação foi a primeira, da Motown, a atingir o primeiro lugar da parada da Billboard. Isso faz parte da História.





Mas, como e por que essa música foi parar no Santos-Dumont Número 8? Bom, aqui começar uma outra (não tão longa) história.

Sem dúvida, o Santos-Dumont Número 8 é um livro “musical” (tem até um capítulo-canção, não é?) e faz todo o sentido ter referências musicais espalhadas na sua trama.

Aconteceu que certo dia, estava eu finalizando alguns capítulos (na verdade revisando-os e colocando-os em ordem), lá na Biblioteca Rodolfo Garcia - isso já perto da entrega dos originais para a editora - quando, para descansar um pouco “as idéias”, resolvi escutar um pouco de música: apontei o browser para a rádio UOL e fiquei navegando os canais. Em um deles (o canal de Black Music) encontrei uma música “maneira”: "What's going on", na voz do Marvin Gaye. Resolvi então ficar por ali mesmo.

Musica vai, musica vem, eis que (várias músicas depois) no momento em que revisava o trecho do escritor que buscava se reaproximar de um amor de sua juventude - distante 30 anos, enquanto ele, o escritor, se encontrava distante mais 30 de seus sonhos, como está escrito no livro - começa a soar o vozeirão de Gladys Horton e os backings das Marvelettes: Wait! Oh yes wait a minute mister postman...

Escutei uma vez. Repeti. Outra vez e mais outra. O livro já tinha uma canção no capítulo 77 (justamente a Santos-Dumont número 8), aí eu comecei a ler o capitulo 2 com Please, Mister Postman como som de fundo (já com John Lennon e The Beatles no comando dos vocais).

Eu já havia definido que aquele fragmento de diário do escritor teria sido escrito no final da década de 60, para ser mais exato em um dos meses de maio que vivemos mais intensamente, como está escrito na ficção: o mês de maio de 1968. Achei que a música remetia à situação e principalmente à intenção do escritor: era uma tentativa de comunicação com alguém tão distante (uma distância medida pelo tempo).

A aproximação seria através de uma viagem no tempo pela música e pelas lembranças que ela suscitassem no escritor.

Desta forma a Please, Mister Postman foi parar no Santos-Dumont número 8. Mais como música ambiente (uma impossível máquina do tempo?), do que como citação.

Por isso, acho que o ideal mesmo - é o que sugiro a vocês - seria a leitura do fragmento de diário do escritor Souza-Soares ao som de Please, Mister Postman. Eu prefiro a versão dos The Beatles (achei que combinou melhor) mas pode ser também com as Marvelettes (fica muito bom também, e talvez até mais justo, já que elas gravaram primeiro).

Uma terceira opção é a versão com os Carpenters.





E tem também essa outra versão mais recente (e rápida, mas com o mesmo efeito reverb) com a Gladys Horton.






Outras músicas aparecem como luzes trêmulas iluminando parcamente esse labiríntico Santos-Dumont número 8: o percurso pode parecer intrincado, intencionalmente desorientador, mas a diversão é garantida. A próxima canção que comentarei aqui (sobre como ela foi parar no romance) é Sweet Caroline. Em breve.

Sinopse do SD8

Sem saber que sua vida corre perigo, Abayomi, estudante de História, analisa um diário de Santos-Dumont encontrado na Biblioteca Nacional. Supostamente destruído em 1914, o manuscrito traz detalhes inéditos sobre a invenção que biógrafos afirmam não ter existido devido à superstição originada no acidente sofrido pelo aeronauta em 08/08/1901. Tudo leva a crer que o “Santos-Dumont número 8” seria o primeiro avião, criado e testado entre 1901 e 1902, estranhamente silenciado após uma viagem do inventor aos EUA. Uma aventura de mistério e suspense que se origina no futuro, atravessa o presente, mergulha no passado e dele retorna imprevisível com um enigma a ser decifrado, uma maldição a ser destruída e um destino a ser cumprido. A Belle Époque, a primeira guerra mundial, a tecnologia do século XXI que aproxima e distancia, a iminência de um ataque terrorista no Brasil e uma rede de intrigas, tudo mostra que a História é mesmo uma lemniscata, sem inicio e sem fim. “Santos-Dumont número 8”, um romance de Cláudio Soares, é um livro que pode ser lido de várias formas, inclusive a hipertextual, basta seguir os links ao final de cada capítulo. Afinal, qual das faces dessa história será a verdadeira? A escolha é sua. Mas, primeiro responda: você é supersticioso?

Não deixe também de visitar:

SD8 à venda na internet

Download dos primeiros capítulos do Santos-Dumont Número 8!

Clipe da música Santos-Dumont Número 8

Teaser do Santos-Dumont Número 8

Editora Universo dos Livros

segunda-feira, 18 de dezembro de 2006

O início do Santos-Dumont Número 8

Que toda história tem um começo, um meio e um fim pode ser certo... ou quase certo...

Algumas pessoas me comentam terem ficado surpresas com o início (estonteante) do romance Santos-Dumont Número 8. Isso é bom. A intenção era essa mesmo: aqui entramos em uma outra dimensão, a turbulência da passagem é mesmo necessária. Depois, aceitando o pacto proposto a tendência é que se siga um fluxo, ou fluxos, não menos estonteantes, de sentido e direção opostos. Mas, afinal de contas, não é para isso que serve a História?

A seguir, dou algumas explicações sobre o início do romance. Vamos lá:

A passagem pelo portal, o início do mergulho - aquele que de certa forma já esboça o que vem avassaladoramente a seguir - já está na primeira citação. Além de representar o tom meio transcedental da História, olhem só que coincidência interessante:

Ó Senhor, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome!
Pois expuseste
nos céus a tua majestade. (Salmo 8)

Exposta nos céus a Sua majestade, a pergunta que não quer se calar (e por todo o romance se faz presente), afinal, Toda História tem realmente um começo, um meio e um fim?

Isso pode ser quase certo. Por isso, para iniciar o romance, eu escolhi uma palavra não muito comum mas que, no fundo, todos conheceremos por sua representação simbólica.

A idéia do hipertexto ligando palavras, símbolos, livros, autores, histórias, mistérios, já se resume na palavra LEMNISCATA.

Lemniscata
é uma curva matemática descrita pela primeira vez em 1694 por Jakob Bernoulli como a modificação de uma elipse, uma outra curva que é formada por pontos cuja soma das distâncias até outros dois pontos focais fixos é constante (na lemniscata, o produto dessas distâncias é constante).

A lemniscata de Bernoulli é um caso especial da oval de Cassini.

O símbolo matemático de infinito tem a forma muito aproximada de uma lemniscata e foi descrita pela primeira vez pelo matemátio inglês John Wallis em 1655, ou seja, quase 40 anos antes de Bernoulli.

O que seria a História então? Nada mais do que uma lemniscata. A seguir o texto da primeira página do Santos-Dumont Número 8:



Lemniscata… Uma lemniscata de si mesma, assim é a História. Tão curvilínea e distorcida quanto aquela de Jakob Bernoulli. Tão sinuosa, sibilante e sensual quanto o símbolo infinito de John Wallis. Um número 8 deitado. Uma tira de Möbius esquisita e conveniente em sua constante transformação em si mesma.

Então, se é assim, que assim mesmo o seja, a História, essa lemniscata de todos nós. Esse insistente “navegar-se”, permanente e necessário, esse eterno recomeço, progressão e regressão ininterruptas, contínuo e inevitável retorno das
su-pers-ti-ções

Sabe por quê? Muito simples. Porque assim é a História e é para isso que ela serve… ou pelo menos quase…


Biblioteca Nacional.

Sala Celso Cunha. Divisão de Manuscritos.
Segunda-feira, 29 de setembro de 2008.

— Por que você resolveu abrir este livro? O que te deu na cabeça, hein?! Você não sabe que isso pode te fazer muito mal à saúde? Carolina Veríssimo não podia deixar de expressar um misto de angústia e preocupada reprovação com aquele verdadeiro bombardeio de perguntas.


— Mas, meu Deus, é apenas um livro. O que isso pode ter de mais? Justificativas, Francisco Abayomi as buscava no mais óbvio, porém, nem tanto…


— O que isso pode ter de mais?! Muita coisa, caramba! Ah, Abayomi, certas vezes, você me parece tão sem noção…


É possível, provável e justo que Carolina estivesse certa e que as coisas não fossem assim tão simples, como parecia querer fazer crer Francisco Abayomi. Afinal de contas, existiam as experiências e também os frutos, ainda mais estranhos, delas. O problema não estaria nos acontecimentos em si, mas no que poderia advir de tais acontecimentos, já que dentro da cabeça de Abayomi os tempos se encontravam e, juntos, eram capazes de promover rememorações do passado e, por mais incrível que parecesse, do presente e até do futuro. O que se originava no futuro atravessava inapelavelmente o presente, mergulhava inexoravelmente no passado e dele retornava, imprevisível como as pessoas, imprevisível como certos dias, aqueles que pareciam não querer terminar nunca mais… como uma lemniscata…




sábado, 16 de dezembro de 2006

C. Soares, o autor.

C. Soares é autor do romance “Santos-Dumont Número 8”. Venceu um importante concurso literário em 2004, o que possibilitou a sua participação na coletânea trilíngüe “Escrevendo a paz / Writing peace / En écrivant la paix” publicada pela UNESCO. Escreve regularmente para os blogs "Santos-Dumont Número 8" e "A Última Biblioteca". Prepara atualmente mais um romance e um livro de contos. C. Soares também é analista de sistemas com experiência internacional e desenvolve sistemas para a internet com ênfase em gestão de conteúdo e ferramentas de busca.


Siga Claudio Soares no Twitter.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2006

Papeis de Parede do Santos-Dumont número 8!

Iniciamos a série "Papeis de parede do Santos-Dumont número 8". Pois, afinal de contas, é Natal! O "papel" da vez traz duas das sugestões de capa para o romance que serviram de base para a escolha final. O maravilhoso trabalho de design foi de Sérgio Bergocce. Quase que a capa do livro foi uma delas. Espero que gostem. Basta clicar nos links abaixo para baixar para o seu computador. Forte abraço!

quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

NOVIDADES LITERÁRIAS PARA O NATAL 2006!


Pois é, o Santos-Dumont número 8 é uma delas. Neste mês, o romance está também no catálogo da Saraiva e da FNAC. Boas leituras!

segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

Lançamento do SD8 na Saraiva da Tijuca


Muito bom! Obrigado aos tijucanos pela gentil e calorosa recepção ao Santos-Dumont número 8. O SD8, de fato, combina com a Tijuca. Aliás, combina com todo o Rio de Janeiro. Diversas passagens da história têm como pano de fundo cartões postais da cidade.

Eu que havia me programado para falar uns 30 min, acabei falando por mais de 1 hora. Muito obrigado pelas perguntas, elas me ajudaram a passar mais informações a respeito de minhas pesquisas e processo de escritura do livro. Esse era o objetivo do bate-papo: uma troca de idéias. Fiquei muito grato pela receptividade.

Os jovens leitores também participaram. Na foto acima, por exemplo, vocês podem ver uma jovem leitora interessada em descobrir um pouco mais sobre aquele livro de "capa colorida". O trabalho do capista Sérgio Bergocce tem realmente chamado à atenção, principalmente, pelo colorido e referências art nouveau. Também já comentei por aqui como foi o processo de criação dessa capa.

Um todos tópicos discutidos no bate-papo foi a Biblioteca Nacional - o grande cérebro de concreto - como um dos principais personagens do livro. A ligação de Abayomi - estudante de história que tenta desvendar o mistério do Santos-Dumont Número 8 - com a BN é orgânica. Ela (e outras bibliotecas que aparecem na história, como a Biblioteca Rodolfo Garcia da ABL, a Biblioteca do IFCS e a Biblioteca Popular da Tijuca) são mais do que cenários em um livro onde o personagem principal ao ler livros faz com que suas histórias aconteçam novamente. Talvez, isso só se torne possível por causa da imaginação fértil de alguns leitores (entre os quais também me incluo) e pela atmosfera mágica de certas bibliotecas.

O bate-papo na Saraiva Mega store da Tijuca foi mais uma oportunidade de conversar diretamente com os leitores sobre as referências literárias, musicais, etc, que existem no livro. O Santos-Dumont número 8 é um livro que possui diversos links: entre capítulos, alguns do livro para fora dele, e outros para dentro de outras camadas da história. Lendo o livro, vocês entenderão.

Inventei diversos enigmas e os espalhei, de propósito, dentro deste romance Santos-Dumont número 8. Se o leitor aceita o pacto, vamos longe, no espaço entre as capas, e no tempo.

Por exemplo, para terminar esse artigo, fica uma pergunta: afinal de contas, o que efetivamente é o Capítulo 8 em um romance sobre superstições a respeito do (suposto?) mau agouro do número 8?


segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

Novo Teaser!



O que se originava no futuro, atravessava inapelavelmente o presente, mergulhava inexoravelmente no passado e dele retornava, imprevisível como as pessoas, imprevisível como os certos dias, imprevisível como as SUPERSTIÇÕES...

Bate-papo na Saraiva Tijuca



Agora é no Shopping Tijuca. Dia 08/12, 19h. Vamos conversar sobre os mistérios por trás dos mistérios do SD8. Aguardo vocês por lá!